Ruína em tons de rosa

Um lugar de péssimo atendimento, mas de boas brusquetas. Assim é o Clube Flamingo, da rua Antônio Carlos, 395. Além de demorado, o atendimento não te oferece informações claras sobre o que é servido. Um ex-hare krishna nos atendeu e tivemos uma simpática conversa sobre vegetarianismo e veganismo. Além dele ter se mostrado um bunda mole quanto às suas convições, depois de quase 30 minutos de espera, conseguiu nos trazer uma batata (que no cardápio era descrita como “skin potato”) completamente recheada de queijo e bacon. Olhamos pra cara dele e perguntamos: Não acabamos de conversar sobre vegetarianismo e te informar que somos veganos? Não te perguntamos sobre a presença de ingredientes de origem animal nos pratos? A resposta dele foi um sorriso amarelo que resumiu a ignorância da humanidade num pedido sem graça de desculpas.

Mais 30 minutos de espera e nossas bruschetas chegaram. Boas, mas nossa irritação já estava no talo. Além disso, pedi um suco de uva com abacaxi que veio com tanto cravo e canela que parecia que eu bebia sagú batido no liquidificador. Um horror! As bebidas fáceis, como cerveja e Coca-Cola conseguiram chegar depois do suco, porque lembramos o garçom do pedido. Então, façam ideia do naipe de atendimento que estamos falando. O lugar tinha tudo pra ser bacana, mas vence a clientela no cansaço. Podem apostar que tem mais um estabelecimento correndo o risco de fechar as portas em pouco tempo por pecar com questões extremamente básicas. Se cuidem, pessoal descolado demais e profissional de menos.

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Minha gente, esse assunto sempre foi uma perturbação na minha vida. Até que enfim, algum ser dotado de paciência e perseverança fotografou uma série de produtos e suas respectivas embalagens e fez esse comparativo maravilhoso em registro ao horror gastronômico configurado por essas potências do “bom gosto”. Olhem o excremento culinário e se identifiquem com a frustração de cada embalagem de comida industrializada que você já abriu na vida.






Miséria de paladar e photoshop enganando a boca do povo!

A pior experiência nipônica da história

Minha gente brasileira, na terça à noite, saímos para comemorar o aniversário da Lu com alguns amigos. Todos na expectativa de conhecer um novo japonês e ampliar nosso repertório de restaurantes. Fizemos uma reserva no Kazan, que fica na Melo Alves, 343. O restaurante começou mal, não permitindo que a aniversariante e seu namorado entrassem e fossem acomodados sem que os demais chegassem. Nessa, tiveram que ficar nos esperando na porta e vocês já sabem como funciona o trânsito na Rebouças.

Chegamos depois de uns 20 minutos e vivemos um buffet de horrores naquele lugar. Começamos com uma montoeira de calçados espalhados na porta da sala que reservamos no piso superior, deselegante a ponto de parecer uma pista de patinação de quinta categoria, nos acomodaram numa sala minúscula, super apertada e desconfortável, sentados sobre almofadas baratas e bem “ocidentais”. Nada legal. Nas paredes, pátinas desgraçadas na combinação duvidosa de amarelo com lilás. A trilha sonora se resumia em “Take my breath away” interpretada pela décima colocada dos piores de American Idol. De doer, minha gente, de doer! O garçom demorou muito tempo para nos atender e foi um profissional de merda, definitivamente, dando apenas um cardápio para cinco pessoas e vivendo a plenitude do “não servir”. Se tem uma coisa inaceitável é garçom de má vontade e que te atende com descaso, e é desse tipo de gente que eu tô falando.
A comida não tava tão ruim quanto o lugar e seus serviços, mas não surpreendeu, porém, dentro do pacote de grosserias e indelicadezas, poderia resumir o Kazan como a pior experiência nipônica da história. Diria que poucos lugares poderiam batê-lo no quesito mal atendimento e falta de bom senso.
Se não quiser ser mal-tratado num lugar de mau gosto, sugiro que não coloque seus pés naquele lugar, ao menos que seja masoquista.