Nosso café da manhã?

Ontem, fomos ao Ceagesp e, como sempre, foi um momento incrível de felicidade, além da alegria daqueles trabalhadores, todas as cores e cheiros e sabores que essa terra maravilhosa nos dá de presente. Chegamos da feira e colocamos alguns assados no forno e preparamos mais alguns quitutes para um brunch de dar inveja a qualquer um. Depois, uma caminhada e exercícios no Parque do Povo e na volta a tentativa de se manter acordado. Tentativa falha. Depois de 12 horas de sono, acordamos num domingo ensolarado e tranquilo. Às 8h30 da manhã, preparamos um singelo café da manhã. Palmito assado na casca, tomates assados com louro, alho, especiarias e alho poró, abacate, folhas crocantes de alface americana e suco de manga. Montamos sanduíches maravilhosos e terminamos com uma suculenta sobremesa de morangos frescos com açúcar refinado. Adoro o sabor ácido e adocicado dos morangos e da calda vibrante que eles soltam.

Depois disso, um breve descanso e o bem-vindo treino de wing chun.

Será que Juma comia bem como nós?

Será que Juma comia bem como nós?

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Bichinha na padoca

_ E aí, gato? Tá quente?

(sorriso tímido do atendente)

_ Cadê o moreno?! Pergunta a bichinha.

_ Tá na rua…

_ E você, não vai pra rua? Hoje vai dar um calor babado…

Vanessa entrou porta a dentro animada com um saco de pães nas mãos, contando essa dita história. Tomamos um café da manhã maravilhoso, rindo e admirando a diversidade que vem, pouco a pouco, enriquecendo as ruas da Vila Olímpia. É por isso que a vida é tão rica. A diversidade vale pra tudo, pra gênero, biodiversidade e comida.

Interpretação artística da bichinha da padoca. Mechas loiras e muita atitude! Há de se ter cores na mesa e na existência! Adoro o bafo de quem quebra o protocolo.