Nosso café da manhã?

Ontem, fomos ao Ceagesp e, como sempre, foi um momento incrível de felicidade, além da alegria daqueles trabalhadores, todas as cores e cheiros e sabores que essa terra maravilhosa nos dá de presente. Chegamos da feira e colocamos alguns assados no forno e preparamos mais alguns quitutes para um brunch de dar inveja a qualquer um. Depois, uma caminhada e exercícios no Parque do Povo e na volta a tentativa de se manter acordado. Tentativa falha. Depois de 12 horas de sono, acordamos num domingo ensolarado e tranquilo. Às 8h30 da manhã, preparamos um singelo café da manhã. Palmito assado na casca, tomates assados com louro, alho, especiarias e alho poró, abacate, folhas crocantes de alface americana e suco de manga. Montamos sanduíches maravilhosos e terminamos com uma suculenta sobremesa de morangos frescos com açúcar refinado. Adoro o sabor ácido e adocicado dos morangos e da calda vibrante que eles soltam.

Depois disso, um breve descanso e o bem-vindo treino de wing chun.

Será que Juma comia bem como nós?

Será que Juma comia bem como nós?

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Sanduíche sem nome

Ideias em dias ensolarados, de grama, de pano, comida, mato e queridos.
Café, doce de uva, suquinho. Violão do primo e do amigo, mãe do amigo, filha da outra amiga, amigas minhas agregadas e as protagonistas da novela “A colona e a nipônica”. Tudo perfeito no parque.
Por um tempo antes, plano. Preliminares perfeitas, de pique-nique. Passando café, cortando legumes, mexendo batata salsa na panela, misturando limão siciliano com azeite. Das mãos da Vanessa saíram sanduíches capazes de fazer duendes se revelarem no parque pra roubar um da cesta. Ou toda a cesta. Deu tão certo que seria uma gafe tremenda não postar aqui a receita.
Sanduíche Sem Nome da Vane

O que vai?
– Purê de batata salsa (mandioquinha ou batata baroa, depende do chão que estiver pisando). Aqui você amassa a dita batata salsa cozida com um pouco do próprio caldo, azeite de oliva extra virgem e sal;
– Fatias de abobrinha sapecadas com um fio de azeite;
– Tomates maduros e frescos, em fatias também;
– Molho de azeite, alho e limão siciliano, claro, toca sal e pimenta nessa mistura;
– Pão francês. A marida sugere preto. Pão preto (obviamente vegano, nai, Vanessi?)
Como montar?
Abra o pão, passe uma generosa camada de purê, acrescente fatias da abobrinha sapecada, fatias de tomate e o tal molho de limão. Tá pronto. Fica cremoso, colorido, com texturas diferentes… tem que provar!
Gosto do jeito dela cozinhar.
Depois de muito enrolar e comer sanduíches e ficar de papo na bancada da cozinha, perdemos parte da tarde, mas pegamos um sol gostoso e ficamos cultuando o ócio junto com bons amigos. Pinotes e manifestações de yoga e kung-fu tornaram a tarde ainda mais pulsante e divertida. Adoro aqueles dias ensolarados em que estou mais empolgado que as crianças. Parece que a vida passa em outro tempo. Quando falo de outro tempo, é outro tempo mesmo. Não tem relógio, é uma tacada de nostalgia que nasce da euforia dos pulos e da comida gostosa misturada com o verde e com nome de pique-nique. Dá pra imaginar domingo melhor?
Som que retrataria a tarde.

There’s too much to love, Belle and Sebastian.